Conseguir a aposentadoria pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) vai além de simplesmente contribuir. Além da qualidade de segurado, é necessário atingir a idade mínima estipulada pela Previdência Social para alcançar esse objetivo. No entanto, essa regra pode chegar ao fim, veja como vai funcionar a idade mínima na aposentadoria e muito mais
Atualmente, o processo de aposentadoria pelo INSS envolve a escolha entre três modalidades: aposentadoria especial, por invalidez e por idade. A aposentadoria por tempo de contribuição foi extinta com a reforma da Previdência em 2019, ficando apenas nas regras de transição para aqueles prestes a se aposentar e afetados pelas mudanças.
Os especialistas concordam que não existe um tipo de aposentadoria superior ao outro; o que importa é determinar a opção mais adequada conforme o perfil do trabalhador.
Isso implica considerar o tempo de contribuição, a idade e, especialmente, as condições de saúde. Baseado nessas circunstâncias, o passo seguinte é fazer a solicitação do benefício através dos canais do INSS.
Hoje, a aposentadoria pelo INSS requer um mínimo de idade. O cronograma de aumento progressivo da idade mínima, iniciado em 2019 com a reforma da Previdência, chega ao seu ápice em 2023, adicionando seis meses à vida útil exigida a cada ano. A partir de agora, a idade mínima para aposentar-se permanece constante, ou seja, não sofre mais alterações em 2024. Portanto, planejar o caminho para a aposentadoria, considerando as novas regras, torna-se essencial para garantir um futuro tranquilo.
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Idade mínima aposentadoria INSS

A idade mínima para a aposentadoria pelo INSS continua em vigor, não chegou ao seu ponto final, ela permanece ativa.
O que de fato foi concluído foi a progressão de seis meses adicionada às mulheres, um acréscimo que começou com a reforma previdenciária. Em 2021, por exemplo, a idade exigida foi de 61 anos, aumentando para 61 anos e 6 meses em 2022. E agora, em 2023, alcançou o seguinte:
- Homens: 65 anos;
- Mulheres: 63 anos.
Ainda assim, existem certas circunstâncias que permitem a aposentadoria pelo INSS antes de atingir a idade mínima, mas esses casos estão relacionados às regras de transição. Essas regras aplicam-se apenas a quem já estava contribuindo para a Previdência Social antes das mudanças introduzidas pela reforma. Portanto, compreender as diferentes circunstâncias dessas idades mínimas e suas implicações é importante para planejar seu benefício.
Fim da idade mínima aposentadoria especial
Uma questão previdenciária de grande importância está atualmente em destaque no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo as regras de aposentadoria especial do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O ponto central dessa discussão é a imposição da idade mínima, um critério que não fazia parte do antes da reforma previdenciária.
A controvérsia gira em torno das novas regras introduzidas pela Reforma da Previdência em novembro de 2019. Em tempos anteriores, a elegibilidade para a aposentadoria especial estava principalmente relacionada ao acúmulo de um certo período de contribuição. No entanto, com as mudanças, a obtenção da aposentadoria especial passou a requerer também o cumprimento de uma idade mínima.
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O STF está agora avaliando a constitucionalidade dessas novas regras. A Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria (CNTI) apresentou uma ação ao tribunal em 2020, argumentando que a imposição da idade mínima pode obrigar os trabalhadores a permanecerem em atividades prejudiciais à saúde, mesmo após terem ultrapassado o período máximo de exposição a agentes nocivos permitido por lei.
O caso sob análise aborda três pontos cruciais de debate:
- A introdução da idade mínima para a aposentadoria especial. Antes da reforma, essa exigência não existia, sendo suficiente comprovar a atuação em atividades especiais e ter alcançado um determinado período de contribuição, que variava entre 15, 20 ou 25 anos.
- A eliminação da opção de converter o tempo trabalhado em atividades especiais para o tempo comum. Essa alternativa existia antes da reforma previdenciária.
- A alteração na fórmula de cálculo do benefício, que prejudicou muitos indivíduos ao torná-lo menos vantajoso.
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Nesse contexto de análise detalhada, o STF desempenha um papel muito importante na definição das diretrizes previdenciárias, tendo um impacto direto na vida de milhares de trabalhadores que desempenham funções especiais.
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